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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Guardas articulam projeto para ter poder de polícia "de direito"

Conselho Nacional de Gestores de Segurança recebeu sugestões da RMC 

Arquivo | TodoDia Imagem
Guardas de Americana: ideia é que corporação possa proteger as pessoas
WALTER DUARTE REGIÃO
O Conselho Nacional dos Secretários e Gestores Municipais de Segurança deve lançar até julho uma campanha para recolher 1,5 milhão de assinaturas para um projeto de iniciativa popular que dá poder de polícia para as guardas municipais.

Até abril, o grupo deve concluir o texto base da proposta. O Corgems (Conselho Regional de Gestores de Segurança da Região Metropolitana de Campinas) enviou semana passada duas sugestões de emenda. Os prefeitos da RMC querem que a lei permita também às GMs fazer rondas ostensivas e atuar fora de espaços públicos.

A discussão sobre o fato de as Guardas exercerem poder de polícia na região é antiga, já gerou polêmicas e uma representação no Ministério Público (leia texto abaixo).

O texto final será enviado ao Congresso sob a forma de um projeto de lei complementar para regulamentar o artigo da Constituição que descreve as atribuições de cada órgão da segurança pública.
“A Constituição diz hoje que as guardas devem apenas proteger os bens municipais. Estamos incluindo a prioridade às pessoas que estão nos espaços públicos”, explicou o presidente do Conselho Nacional e secretário de Segurança de São Bernardo do Campo, Benedito Mariano.
 
PROPOSTAS
Segundo Mariano, as alterações propostas pela RMC serão analisadas assim como as enviadas por autoridades das outras regiões do País. “Vamos receber sugestões como essas até o final de abril, aprovar a última redação e começar a colher assinaturas em junho ou julho”, completou.

Para o presidente do Corgems e secretário de Defesa do Cidadão de Valinhos, Ruyrillo Pedro de Magalhães, as emendas são de vital importância para manter e ampliar o trabalho das guardas. “As mudanças são pontuais, especialmente no que se refere à elasticidade que deve ter a lei complementar, ou seja, deixar claro que os guardas municipais atuam, ao menos em nossa RMC, na sua plenitude como policiais municipais que são”, afirmou Magalhães.

Hoje, segundo o Corgems, a RMC conta com cerca de 2,5 mil guardas. O secretário de Segurança e Trânsito de Santa Bárbara d’Oeste, Eliel Miranda, acredita que a regulamentação, se aprovada pelo Congresso, vai dar mais amparo legal ao trabalho já feito pelas prefeituras.

“Hoje as Guardas exercem função de polícia por conveniência e conivência do Estado. Nós fazemos e vamos continuar fazendo isso, porque o maior bem que uma cidade tem é a vida dos seus moradores”, opinou o secretário.

MP já investigou disputa entre GM e PM

A atuação das GMs da RMC como força policial já provocou embates entre as prefeituras e a Polícia Militar. Uma das disputas mais tensas aconteceu em 2009, quando a PM denunciou uma operação conjunta feita pelas guardas de Valinhos e Vinhedo ao Ministério Público.

A representação feita pela corporação estadual informava que as guardas fizeram bloqueios de trânsito, abordagem aos condutores e fiscalização em bares sem a presença de policiais. O promotor Osias Taudt abriu inquérito para investigar o caso, mas a denúncia acabou arquivada em julho do ano passado.

Um ano antes, foi a vez da Polícia Civil reprovar ações policiais propostas pelas prefeituras. O Deinter 2 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior) foi contrário à formação de um consórcio de Guardas para combater a violência nas 19 cidades da região metropolitana.

Apesar disso, o secretário de Segurança Pública de Americana, Adinei Brochi, acredita que PMs e GMs já se tornaram parceiras na RMC. “Não há competição, até porque uma complementa o trabalho da outra. A polícia tem uma estrutura bem montada, como força policial, e a Guarda atua no policiamento preventivo, porque a cidade é muito grande”, disse. | WD

Publicado em http://portal.tododia.uol.com.br/?TodoDia=cidades&Materia=508251
Fonte:GCM Guilherme

Menor é apreendido com canivete dentro de escola em Volta Redonda



Volta Redonda

Um menor de 16 anos foi apreendido na manhã de hoje (8), 
pela Guarda Municipal, portando um canivete. Ele estava na 
Escola Técnica José Rodrigues, no bairro São João, em Volta 
Redonda. A própria direção da instituição acionou a Guarda 
por notar que o comportamento do adolescente estava muito 
alterado.
Os colegas de classe do jovem também ficaram assustados 
quando viram o canivete exibido por ele.
Fonte:

http://diariodovale.uol.com.br/noticias/5,38532,Menor-e-apreendido-com-canivete-dentro-de-escola-em-Volta-Redonda.html#ixzz1J8w3xEDp

Guarda Municipal apreende jovem com revólver em frente à escola em Dourados




Equipe da Guarda Municipal apreendeu ontem, por volta das 22h30, um 
jovem, de 17 anos, portando um revólver 38, carregado com seis 
munições intactas, em frente a uma escola no bairro Santa Brígida, 
em Dourados.
Ao ser abordado, o jovem informou que adquiriu a arma porque estava 
sendo ameaçado.
Durante ronda de motociclistas da Ronda Escolar Comunitária, os 
guardas consideraram suspeitas as atitudes de dois jovens que estavam 
na lateral do portão da escola.
Segundo informações da Guarda Municipal de Dourados, o jovem revelou 
que não possui registro do revólver e que adquiriu a arma por R$ 400 de 
um desconhecido e que sua casa teria sido alvo de tiros.
Fonte: Campo Grande News

domingo, 10 de abril de 2011

Armar as Guardas Municipais ou sermos reféns do medo, o que você acha?


Esta charge, nos mostra os absurdos do absurdo, onde os bandidos andam armados e os Servidores da Segurança desarmados.

Parabéns Jerry, em poucas palavras disseste tudo, aliás vamos parabenizar também a iniciativa de nosso Prefeito, Vicente Pires, preocupado com a segurança de seus servidores e de seus  contribuintes, só que a população tem pressa, eis o acontecido no Rio de Janeiro.
2013 vem ai...
Fonte:GCM Dia e Noite

sexta-feira, 8 de abril de 2011

TRAGÉDIA NO RIO: DEPUTADO DEFENDE GUARDA MUNICIPAL NAS ESCOLAS



O deputado federal Wagner Montes defendeu ontem (07), em entrevista ao site SRZD, o uso da Guarda Municipal do Rio de Janeiro (RJ) nas escolas públicas da cidade para que possa evitar tragédias como a que ocorreu na escola Tasso da Silveira, em Realengo. 

Wagner Montes afirmou que os agentes da GMRJ precisam fazer o papel de polícia. 


"A Guarda Municipal, que é criada para cuidar dos bens públicos, deveriam cuidar das escolas municipais. Não tem para quê essa indústria de multas. Agora com as armas não letais isso ajuda no combate de infrações", afirma o deputado.

E conclui: "A Guada tem que evitar pequenos furtos. Tem guarda na escola particular e na pública não. Tem que ter em todas. Mas agora que arrombaram a fechadura, querem arrumar uma tranca. A violência nas escolas é grande, ainda mais com os professores".
Fonte:GM 24 hs

GUARDA MUNICIPAL DE BARBACENA E POLICIA MILITAR APÓIAM SETOR DE CONCESSÕES E COMISSÁRIOS DE JUSTIÇA DA VARA DA INFÂNCIA DA COMARCA DE BARBACENA EM VISTORIAS DE BARES DA CIDADE

Apos denuncias,GM, PM, fiscais do setor de concessões da prefeitura municipal de Barbacena e comissários de justiça da vara da infância ,compareceram ontem ,07/04/11,a tarde nos bairros Passarinhos, Santa Luzia e Campo, onde foram feitas vistorias em alguns bares resultando em 02 notificações por parte do setor de concessões e 01 por parte dos comissários de justiça da vara da infância e juventude da comarca de Barbacena.

TRAGÉDIA EM REALENGO NO RIO DE JANEIRO

"O assassino optou por matar apenas as meninas bonitas", diz tia de menina morta com tiro na testa

A notícia de que sua sobrinha e afilhada havia sido morta com um tiro na testa por um homem chegou através de um vizinho. Inicialmente, o que Luciana Copa sabia era que a Escola Municipal Tasso da Silveira, onde Géssica Guedes Pereira, de 14 anos, estudava, havia sido alvo de um atentado no início da manhã. Mais tarde, a mulher surpreendeu-se ao ter que ir ao Instituto Médico Legal reconhecer o corpo da adolescente.
"Tudo o que ela queria era ingressar na Marinha. Estava fazendo cursinho e tudo. Mas acabou aqui (no Instituto Médico Legal). Morta com tiro na testa. Só vi por foto, não tenho coragem de vê-la com a cabeça esfacelada", emocionou-se a madrinha da vítima, antes de acrescentar: "Tenho um filho na mesma turma, que me contou que antes de matar as crianças, o atirador disse que só morreriam as meninas bonitas. Ele se aproximava das meninas bonitas e atirava sem pena. As feias, segundo meu filho, ele deixava passar".
Insegurança
Para a mãe da jovem assassinada, Sueli Guedes Pereira, há uma grande falha na segurança das escolas do Rio, que só dispõe de guardas municipais desarmados. "Eu que sou mãe já fui barrada algumas vezes para entrar na escola da minha filha. Por isso não consigo entender como um louco desses conseguiu um acesso tão fácil. Tínhamos que ter PMs nas proximidades de todas as escolas do Rio. Cadê a segurança das escolas?", desabafou a mãe.
O tio de Géssica, Rosivaldo Pereira, 30 anos, acredita que se houvessem pelo menos guardas municipais com teaser (pistolas de choque), a tragédia poderia ter sido evitada.
"Como não tem um guarda municipal numa escola com 400 crianças? É inacreditável uma coisa dessas. Só na minha vila ( Vila João Lopes, em Realengo) foram quatro adolescentes assasinados. É inacreditável", criticou o soldador.